terça-feira, 31 de agosto de 2010

O que você acha?

Há um projeto de construção de um centro islâmico e uma mesquita perto dos quarteirões onde foram derrubadas, no 11 de setembro de 2001, as torres gêmeas, em Nova York. Há posicionamentos contrários, afirmando que seria um desrespeito às milhares de vítimas do atentado terrorista, mas há quem pense que seria uma grande demonstração de liberdade e democracia que Os Estados Unidos dariam. O que você acha?

7 comentários:

Gabriel disse...

Acredito que seja uma oportunidade para o perdão, pois existe muito ódio e desinformação na sociedade americana acerca do islã. Tenho a certeza de que iniciativas assim iram trazer a paz no longo prazo.

Judite disse...

Bom dia AMIGOOO...
Sou TOTALMENTE favorável a qualquer demonstração de liberdade mas... também sei o quanto é difícil, para a GRANDE MAIORIA entender a construção DESSES MONUMENTOS exatamente NESSE LOCAL.Talvez um templo ecumênico(onde cada um pudesse fazer sua oração de acordo com sua crença) causasse mais satisfação entre esse povo que já perdeu seus amigos e entes queridos de maneira tão trágica, não é mesmo?

Boa viagem,que Deus o ilumine e o acompanhe por tôda sua tragetória na Europa...e....VOLTE LOGO!!!!
Abraço FORRRRRRRRRRTE

Jadilson Rodrigues disse...

Eu considero um fato normal, que não deve gerar por parte do povo americano nenhum empecilho, por dois fatores, pela liberdade democrática assegurada há séculos nos E.U.A e também pois o islamismo não se restringe aos fundamentalistas, estes que existem em todas as doutrinas com caráter religioso, inclusive nossa querida Doutrina Espírita, a maioria absoluta do povo que professa essa crença tem oposição a esses metódos da minoria, portanto será um significante muito positivo essas construções demonstrando os ares democráticos que pairam na terra do Tio Sam, desde que alguns homens e mulheres consolidaram a independência deste país

Francisca Cristina disse...

Concordo com Gabriel, que essa iniciativa, ao longo tempo, produzirá efeitos de luz, fraternidade e paz. Afinal, nada é por acaso!

lului disse...

Nao sou favoravel a construcçao da Mosquea ali, e nao acredito que seja um ato de liberdade , de democracia; infelizmente naquele atentado morreram muitas pessoas, e sem nenhuma possibilidade defesa, e a parte negativa è que este atentado foi executado por por supostos " islamicos"; respeitamos a dor dos familiares das vitimas,oremos para que um dia esta ferida cicatrizi, e devemos proporcionar aos islamicos, outras regioes para construçao da mosquea!!

Estudante do ESDE disse...

Um centro islâmico pode parecer uma afronta a várias pessoas que perderam parentes ou conhecidos no atentado. Melhor seria se fosse um centro ecumênico, que incluísse também um espaço para o islamismo.

Junior Jr. disse...

Por que o governo americano iria homenagear uma cultura na qual a violência é tolerada e, até, valorizada? Sim, violência; pois, de acordo com as leis naturais a violação consiste em tudo aquilo contrário a tal curso. Logo, matar-se, é uma violencia contra as leis naturais.
Trata-se de algo “a priori”, e não cultural; cultural é a valorização da disso (a violência), e não, repito, a violencia em si e, no caso, a violência proposta na cultura religiosa islâmica. Esta cultura, por sinal, não combina com nada nos moldes democráticos ocidentais.
Democracia, aqui, é respeitar o convívio de idéias não afrontadoras da liberdade, que, alias, conta com a violência simbólica (lei) e material (punição estatal) p/ser preservada; isto remonta questões que envolvem a noção do contrato social e, a frente na historia, a teoria do poder constituinte de Sieyes.
Nesses termos, aceita-se o convivio entre religioes diferentes, mas não, no ponto nelas, aquilo que tange ao fomentar ideologico – no caso, religioso – para a pratica da violência (que, em verdade, existe em vários níveis e formas, não é?).
Por outro lado, a questão tb envolve soberanias distintas, os EUA e os países islâmicos. Pode-se respeitá-los (o que não foi feito pelos EUA, após o ataque de 11.11, por uma serie de fatores políticos, nacionais, e bélicos – os quais, diante da compreensão espírita, não são aceitos), mas apoiá-los?
De modo algum! Colocar na praça tal estabelecimento é ir contra isso; apoiar o que não se deve. Criando uma analogia, configuraria liberdade e democracia aceitar a criação de um partido político, no brasil, constituido pelas ideologias das farcs (como sugeriu lula, para Colômbia, so para se chegar ao poder?
vide http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,lula-sugere-as-farc-criar-partido-para-chegar-ao-poder,362096,0.htm)? P/mim, um presidente da republica, qe se submete as prescrições da CF, da qual deve(ria) conhecer, no caso, o teor do art. 5, XLIV, e os da proteção de DH, art. 4, II, nem deveria se reporta a um disparate desse. Mas vamos a analogia, com o denominador violência, referente ao caso dos EUA. Em nome da democracia, poderia ser criado tal partido político no Brasil? Lógico que não.
Não esqueçamos que "o mesmo" Espiritismo que não concorda com a violencia do socialismo, não pode, sem soar contraditório, ser favorável ao Jihad do islamismo... e do ponto de vista democrático, tb nada consoa.