domingo, 29 de abril de 2012


Palavras de frei Carlos aos queixosos de sempre:

  "Os preguiçosos morais não vão adiante, pois sempre se queixarão das pedras no caminho, mas os diligentes pela felicidade sempre encontrarão uma forma de transpô-las.".

sábado, 28 de abril de 2012

Bastidores do Programa Sintonia 

Rádio Metrópole - diariamente das 14 às 15 horas (FM 101.3)

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Por que não seguem? - Jornal A Tarde (Coluna Religião)

Aqui em A Tarde, na última segunda-feira, em destaque de alto de página, pudemos ver na mensagem do Papa Bento XVI: “Que a alegria da Páscoa conceda força necessária para construção de uma sociedade pacífica e que respeite a liberdade religiosa de seus cidadãos”. Ora, bafejos superiores têm arejado o coração de inúmeros líderes religiosos do mundo inteiro, no imperativo que se faz exigir, nos dias que correm, de um respeito cada vez maior às opções, escolhas de fé, de religião. Não entendo, no entanto, como ainda vemos, por exemplo, clérigos católicos não dando ouvidos às inspirações de seu líder maior. Infelizmente, ainda se verifica a intransigência de muitos seguidores do catolicismo no respeito à liberdade religiosa das pessoas. É fato, no entanto, que a cada dia esse número vem diminuindo, diferentemente de muitos seguidores das chamadas igrejas neo-pentecostais, lamentavelmente.

Parece absurdo, mas em plena vigência do século XXI, já em sua segunda década, se nota disputa por valor de verdade de palavras, rituais ou mesmo confissão de fé de quem quer que seja. É claro que a tão decantada arrogância que apontamos em figuras proeminentes, de todos os ramos da atuação humana, também se notabiliza nas chamadas pessoas simples, que, se vendo municiadas de entendimentos distorcidos de determinados “interpretadores das escrituras”, não permitem que outra, salvo a sua verdade se estabeleça como parâmetro de busca, de consolo, de aninhamento por parte das pessoas.

A nossa Bahia, justiça se faça, acredito que está sendo de grande liderança, principalmente nas hostes católicas, para a disseminação da convivência com respeito, na convergência do comum e no olvidamento do que foge ao igual. Recentemente, por exemplo, guardei grata alegria e curiosidade em conhecer o pároco da Igreja da Vitória, Padre Luís. Primeiro, porque já tinha o compromisso gigantesco de assumir a paróquia que há décadas era conduzida pela lenda viva do monsenhor Gaspar Sadoc, orador inigualável, de mente progressista; depois, por ser de uma comunidade onde a compreensão da vida passa também pela formação do intelecto. Pois bem, padre Luís foi companheiro na celebração do aniversário da Cidade da Luz, em fevereiro, ao lado de mãe Jaciara e do pastor Djalma – o rabino Ariel estava em viagem na Argentina – e foi um encantamento a todos a sua voz suave, de conceitos tranquilos e cristãos.

Surge, então, diante das considerações do Papa, a pergunta: Por que os seus liderados e fiéis da Igreja Católica não o seguem? Guardo a convicção de que as palavras papais são frutos das suas certezas e desideratos, não configurando, de forma alguma, discurso político, como diz o ditado: “para inglês ver”. Não.

Confesso que fiquei surpreso com tais afirmações, pois guardava as referências do Cardeal Ratzinger. Mas, ideias, conceitos são para serem revistos, repensados e mudados. Precisamos estar sempre com esse compromisso conosco e com o mundo em que vivemos, o de estar em sintonia com a sociedade.

JOSÉ MEDRADO / MÉDIUM, FUNDADOR E PRESIDENTE DA CIDADE DA LUZ

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Face: Medrado Cidade da Luz

Esta tela poderá ser sua! Entre no meu face e se candidate.

Eis o quadro de Renoir que é para um de vocês. Decidi o seguinte: a partir de agora, quem comentar no meu Face (Medrado Cidade da Luz) dizendo que quer este quadro, entrará na lista de 01 ao que for. Farei a relação. Quem mora fora de Salvador e for sorteado, deverá arcar com os custos de envio ou indicar uma pessoa para receber aqui em Salvador. A pessoa buscará o quadro na Cidade da Luz. Estarei recebendo comentário até o próximo 01 de maio, tempo mais que suficiente para quem só entra por aqui de vez em quando saber. Participarão amigos e assinantes. Só poderão se inscrever uma só vez, quem se escrever mais de uma vez será eliminado. O ganhador precisará ter perfil no face. Ok? Boa sorte!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Só queria entender - Jornal A Tarde (Coluna Opinião)

Desde os meus tempos de aluno do antigo ginásio, eu ouvia falar na tal indústria da seca. O termo começou a ser usado possivelmente na década de 60, pelo jornalista Antonio Callado, que já denunciava, àquela época, os problemas sociais no chamado polígono da seca. E, pelo que tudo indica, as coisas não mudaram o suficiente para se evitar tanta dor.

Venho a esse tema, pois, no domingo, em excelente matéria aqui em A Tarde, vimos a penúria, a dor, o possível abandono que esta gente, conterrânea nossa, passa, vive, onde a fé e a esperança se transformam em sentimentos que lixiviam suas almas tórridas pela luta sem trégua. Queria, no entanto, entender, posto que efetivamente a seca é um fenômeno natural periódico que poderia ser contornado com um monitoramento do regime de chuvas, principalmente nos dias atuais em que os sistemas meteorológicos são tão precisos, mas por que não se tentou prevenir essa miséria, com ações contundentes? Agora, serão dadas cestas básicas.

Vemos que países como os Estados Unidos cultivam áreas imensas com grande êxito, como na Califórnia, onde chove sete vezes menos do que no tal polígono da seca. A situação em Israel ainda é pior que a nossa; para se ter uma ideia, o índice médio de chuva por lá é de 600 milímetros por ano, sendo que na região sul, onde está o deserto de Negev, esse índice não chega a 30 milímetros/ano; no semiárido brasileiro, o índice é de 800 milímetros anuais. Imaginei que pudessem ser questões financeiras, mas a transposição do rio S. Francisco, ainda que controvertida, evidencia que dinheiro não é problema, pois a obra, cujo prazo inicial para ficar pronta já se escoou com aumento de 3,4 bilhões de reais - ou 71% - em seus custos em relação à previsão inicial, segundo a mais recente estimativa feita pelo Ministério da Integração Nacional. Desde o início do governo Dilma Rousseff, o custo total da obra pulou de 4,8 bilhões de reais para 8,2 bilhões de reais. O ex-presidente Lula previa inaugurar a obra em 2010, registrou uma revista semanal. Só queria entender tudo isso!

José Medrado
Mestre em família pela Ucsal e fundador da Cidade da Luz

domingo, 15 de abril de 2012

Tela de Renoir pintada neste fim de semana (14/15 abril 2012)

Esta obra Renoir pintou através de mim, neste fim de semana. Na moral, é exagero meu, mas não parece mesmo uma obra de museu? Sou muito orgulhoso do que eles têm conseguido por mim.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Hoje, estreia do filme Área Q - uma produção nacional


Hoje, estreia, em nível nacional, do filme Área Q, uma produção brasileira.
Em Salvador, em exibição nos Shoppings Paralela e Aeroclube